Como a advocacia pode ser colaborativa?
Gustavo Rocha,
2 de Fevereiro de 2010
Temos um bom exemplo através da rede Legal On Ramp onde apenas um escritório associado tem 14 mil membros com artigos, perguntas e respostas entre as vantagens de clientes e advogados e um trabalho protegido.
Como assim?
Ora, uma rede que congrega inúmeros escritórios e terceiros, formando uma verdadeira rede associativa, com benefícios para os próprios advogados e seus clientes.
Procura um advogado em Manaus e você está em São Paulo? Se o escritório pertencer a uma rede colaborativa, ele pode ter associados lá.
Da mesma forma, uma rede colaborativa pode incrementar parcerias, fomentar negócios, desenvolver melhor os projetos e ações.
No Brasil temos alguns projetos neste sentido, mas as proporções americanas são interessantes fontes de inspiração.
Como você pensa em colaborar com os outros colegas?
- Para você a troca de idéias é dar idéias para concorrência?
- Para você dividir honorários em um processo é perda de dinheiro?
- Para você investir em uma rede social é perda de tempo?
Sugiro repensar estes valores.
Colaborar hoje é mais do que uma idéia. É uma questão de sobrevivência. Estamos vivendo a era das redes sociais. É uma era de trocas de informações, crescimento em conjunto, uma era de alianças estratégicas:
- Somos parceiros e não concorrentes;
- Somos a soma de idéias e não exclusividade e monopólio;
- Somos a multiplicação de projetos e divisão de dividendos ao invés do individualismo.
Pense e repense suas atitudes. O futuro do seu escritório e toda a advocacia depende disto: da sua visão, pensamento e, sobretudo, do verbo, da ação que você irá tomar!







