2010 - O ano em que faremos contato

Gustavo Rocha,  

6 de Janeiro de 2010

O título do post de hoje é o título de um filme de 1984: 2010 - O ano em que faremos contato que era a continuação do 2001 - Uma odisseia no espaço.

Numa reflexão de 2009, penso que o ano foi muito proveitoso na área jurídica e empresarial. Tivemos muita evolução tecnológica, mais advogados vendo seus escritórios como empresas, mais gestão, tecnologia e qualidade. Foi um ano de muito marketing jurídico, redes sociais e alianças estratégicas.

E o que teremos para 2010? Sonhos, anseios, desejos e principalmente trabalho.

Sim, desejo que você sonhe muito, pois o sonho alimenta nossa esperança e faz a felicidade aparecer nas coisas pequenas, nas concretizações menores, naquilo que é palpável.

Que os anseios que você tem se tornem realidade. Se você busca as coisas boas, elas virão.

Que o desejo invada a sua vida. Deseje a felicidade, o amor, a amizade, o carinho e depois de sonhar, pensar e desejar, faça o principal: trabalhe. Que o trabalho em 2010 seja o norte do teu caminho. Não apenas trabalho como forma de satisfação profissional. Trabalho como verbo de construção. Trabalho como vontade de mudança. Trabalho como forma de ver o mundo de uma maneira diferente.

Penso que o filme predestinou a advocacia e o empresariado em 2010. A advocacia e seu marketing, bem como os empresários estão totalmente interligados a esta palavra: contatos. É assim que nascem as redes sejam virtuais e/ou presenciais. É assim que as pessoas confiam uma nas outras. É assim que conseguimos contratar um profissional de serviços.

Tudo são contatos! Não apenas o contato em si. A demonstração de confiança. A externalização do contato: ou seja, a indicação. Aprenda que indicar é tão importante e deve ser tão criterioso quanto fazer contatos. Indicar é dar a alguém o seu aval, o seu crédito, a sua boa fama.

Aprender a lidar nas redes é essencial para 2010. Não basta estar conectado nas redes, ter mil seguidores no Twitter, Facebook ou Plaxo. O importante é estar conectado. É interagir com este público.

Então, 2010 será o ano em que faremos contato!

Autoconhecimento em três perguntas

Gustavo Rocha,  

17 de Dezembro de 2009

Fazendo uma auto-análise do seu escritório, como você o vê? Bom, excelente, o máximo, ou o supra-sumo da competência, agilidade e sucesso?

É importante analisarmos os pontos fortes, contudo os pontos fracos também são fundamentais para que possamos desenvolver de forma sustentável.

Agora raciocine bem: Quem melhor que o seu cliente para avaliar o seu trabalho? Não qualquer cliente, por óbvio.

Faça este exercício de autoconhecimento:

Selecione alguns clientes mais íntimos e bons de relacionamento.

Formule três ou mais perguntas dentro destes três enfoques:

  • Como o cliente avalia com uma nota de zero a dez o escritório.
  • Após a nota dada, como o escritório deve agir para aumentar de nota.
  • Você tem conhecimento de outros assuntos, teses ou debates oriundos de outros escritórios?

Vamos analisar um cliente respondendo estas três perguntas:

O cliente, por exemplo, dá a nota 7 para o escritório ao responder a primeira pergunta, aduz que fica muito tempo esperando na recepção para ser atendido, que sempre quando ele chega não tem café, o processo está demorando demais para acabar e outros já receberam e ele não e na terceira pergunta ele diz que outro escritório procurou ele com uma ação nova sobre um determinado assunto e que o escritório (seu) nunca ligou pra ele.

Aqueles que atendem clientes sabem que o parágrafo acima trata-se de uma típica e cotidiana resposta. Analisando a resposta, num primeiro momento podemos pensar que o cliente está a ponto de desistir do escritório, contudo a verdade é que ele gosta tanto do escritório que diz exatamente aonde estão os problemas!

O cliente expôs suas insatisfações, demonstrou que não está sendo atendido a contento, demonstrou que o escritório não está informando ele adequadamente, que o café está acabando e ninguém está repondo, enfim, várias situações que devem ser analisadas e resolvidas.

E a terceira pergunta? Ora, se é uma assunto novo, traga para o seu negócio, estude e oferte aos seus clientes! Se for um assunto que você já faz, sinal que você pode até fazer, mas não está informando o seu cliente. Enfim, a terceira pergunta é uma pergunta de oportunidade real!

Aplique hoje mesmo as três perguntas aos seus clientes especiais. E depois responda: O que você mudou no seu autoconhecimento?

Dado, informação e crítica

Gustavo Rocha,  

3 de Dezembro de 2009

Estas três palavras fazem parte do meu cotidiano de consultor em escritórios jurídicos.

Vejo muitos profissionais criando dados, poucos com informação e quase nenhum com crítica.

Qual a diferença?

  • Dado é qualquer informação que você armazena e pode coletar depois;
  • Informação é a utilização de dados de maneira a ser-lhe útil;
  • Crítica é o raciocínio em cima da informação obtida.

Estes três elementos são fundamentais para o desenvolvimento relevante e estável do escritório.

Vejamos um exemplo prático: o escritório lança num controle de processos ou planilha todos os clientes que entraram no escritório no período de uma semana. Isto é um dado. Se através deste dado ele puder concluir quantos fecharam ações com o escritório e quantos foram embora, estamos diante de um dado que transformou-se em informação. Agora, se diante desta informação o sócio tomar uma atitude de investimento em marketing, reformulação de procedimentos, entre outros, estamos diante da crítica, ou seja, da atitude contra o procedimento anterior, ou seja, a evolução.

Esta ideia é similar a utilização do PDCA.

Tanto o PDCA como a ideia de dado, informação e crítica nos levam ao mesmo objetivo: temos que analisar o que está acontecendo e raciocinarmos mudanças, ideias e novos procedimentos.

Não podemos aceitar passivamente as coisas como estão simplesmente porque sempre foram assim ou porque nunca tivemos problemas.

Sempre podemos evoluir e buscar o melhor. Não aceite menos que isto!

Padronize com dados, extraia informações e oferte críticas positivas de remodelação do seu negócio. Este é o segredo do sucesso!

Uma Voz do Brasil

LawRD Team,  

26 de Novembro de 2009

O blog do LawRD tem um novo colaborador: Gustavo Rocha.

Gustavo Rocha, advogado, é consultor nas áreas de gestão, tecnologia e qualidade para escritórios de advogados. É autor do blog Gestão.Adv.br onde pretende divulgar e “Aliar o conhecimento jurídico com o know-how administrativo e gerencial, bem como as ferramentas de informatização e gestão (…)”.

Esta voz especializada junta-se agora ao blog do LawRD onde irá contribuir com o seu know-how nas áreas da tecnologia de informação aplicadas ao mundo jurídico.

É com enorme satisfação que damos esta notícia. O LawRD tem o Brasil como um dos seus mercados alvo. A disponibilização do LawRD em Português do Brasil foi o primeiro passo. Esta voz que vem agora juntar-se a nós representa um segundo passo que acrescenta valor aos leitores do blog do LawRD.

LawRD em Português do Brasil

LawRD Team,  

4 de Setembro de 2009

Uma notícia para os advogados do Brasil: o LawRD – Reports on Demand está disponível em Português do Brasil.

Nas Configurações pode agora parametrizar-se o idioma para Português do Brasil e definir como unidade monetária o Real:

Aos potenciais novos utilizadores do LawRD no Brasil, propomos que avaliem durante os 30 dias de utilização gratuita esta solução para gestão de escritórios de advogados ou que solicitem uma Live Demo.

LawRD no Brasil: desmitificando a complexidade

LawRD Team,  

9 de Março de 2009

No seguimento do tópico Potenciar o Período Experimental, onde se procurou mostar como é simples começar a utilizar o LawRD, surgiu no blog brasileiro Forense Contemporâneo um artigo onde a palavra chave é a simplicidade do LawRD.

Gustavo D’Andrea, um evangelista das ferramentas colaborativas, refere-se ao LawRD nestes termos:

(…) a filosofia básica do LawRD poderia se identificar com a desmistificação da complexidade tecnológica. Ao usar o sistema, notamos desde logo a sua funcionalidade intuitiva, tornando-se até mesmo divertido incluir contatos, chamar colaboradores e distribuir tarefas. 

O artigo realça os benefícios da utilização do LawRD, distinguindo entre os resultados imediatos e os resultados indirectos:
 
O resultado imediato disto seria, para os advogados, estar conectado em qualquer lugar, especialmente nas audiências e nos balcões dos cartórios.

E o resultado indireto seria o mais importante: economizar tempo. Lançar anotações, faturamentos, ideias e andamentos processuais diretamente na plataforma que será usada para a consulta e análise posterior desses dados, economiza um tempo enorme que seria desperdiçado para tranferir as informações do papel, ou de um latop desconectado, para a plataforma de gerenciamento de informação.

Se alguém gasta 3 horas por semana para re-organizar informações anotadas, economizaria 12 horas por mês, utilizando um laptop conectado e uma plataforma como a LawRD. Tendo a hora advocatícia, segundo tabela atual da OAB/SP, o valor de aproximadamente 150 Reais… seriam 21.600 Reais por 144 horas (um ano de economia de tempo). Vale a pena investir em tecnologia para economizar tempo.
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