Aplicação iPhone do LawRD

LawRD Team,  

21 de Novembro de 2011

Já está disponível, na Apple App Store, a aplicação do LawRD para iPhone. Optimizada com o objectivo de simplicar a inserção de tempos nos diversos processos de cada cliente, onde quer que se encontre.

Num primeiro momento, a aplicação permite a inserção de tempos, podendo o utilizador actualizar a informação em qualquer sitio e a qualquer hora a partir do seu iPhone, sincronizando de imediato com a sua aplicação online.

Este é o primeiro de uma série de desenvolvimentos que acompanharão a versão Web do LawRD. O nosso objectivo é permitir, a prazo, o total acesso às funcionalidades da aplicação, com a vantagem de poder aceder via mobile.

Com esta nova aplicação, o LawRD acompanha as necessidades dos seus utilizadores e facilita a gestão eficaz do seu tempo, com foco na máxima rentabilidade e produtividade da sua actividade profissional.

Já pode começar a usar: basta fazer o download na App Store.

A Mais Valia de um Bom Website

Nuno B. M. Lumbrales,  

8 de Julho de 2011

Post elaborado por Nuno B.M. Lumbrales, advogado, sócio da Lumbrales & Associados e utilizador do LawRD:

Há cerca de um ano, como sócio de uma sociedade de advogados recém criada, fui confrontado com a necessidade de (relutantemente, em função da escassez dos recursos financeiros que tínhamos disponíveis) investir na criação do website do escritório.

Na altura, a nossa única motivação era a de acompanhar os nossos concorrentes mais directos, evitando «ficar para trás», pois tínhamos dúvidas de que o website viesse a ser uma mais valia que produzisse resultados concretos, ou pelo menos mensuráveis.

A primeira surpresa foi que o preço que nos foi cobrado pela criação e manutenção do website foi perfeitamente razoável. De facto, a concorrência entre as muitas PME’s do sector da informática é suficientemente vigorosa para assegurar que os preços não sobem demasiado, e se mantêm negociáveis. O segredo de uma boa gestão de compras neste domínio está apenas em evitar recorrer aos «monstros (con)sagrados» (basta, aliás, pedir-lhes um orçamento para se ficar muito desencorajado…).

A segunda surpresa foi que, ao contrário do que supúnhamos, durante o nosso primeiro ano de actividade alguns clientes vieram efectivamente procurar-nos indicando que tinham tomado conhecimento da existência e áreas de actividade do nosso escritório através do website, por pesquisas que fizeram no Google ou noutros motores de busca equivalentes.

Feitas as contas ao custo do website e às receitas obtidas do trabalho desenvolvido para esses clientes, o saldo foi positivo logo no primeiro ano, razão pela qual não podemos deixar de concluir que o nosso investimento está a ser, afinal, rentável.

Modelos de Quantificação de Honorários

Nuno B. M. Lumbrales,  

8 de Fevereiro de 2011

Post elaborado por Nuno B.M. Lumbrales, advogado, sócio da Lumbrales & Associados e utilizador do LawRD:

Uma das questões que, se deficientemente conduzida, maiores melindres pode causar na relação entre um advogado e um cliente é a forma como os honorários do primeiro são negociados, quantificados e cobrados.

Há inúmeras formas de fixar e de proceder ao cálculo dos honorários do advogado, à semelhança do que sucede com o preço de qualquer prestação de serviços, sem prejuízo, naturalmente, das especificidades próprias a que os honorários dos causídicos estão sujeitos por força das regras deontológicas que, em cada país, regulam a prática da advocacia.

Um dos modelos mais frequentes, porém já um pouco a «passar de moda», é o da fixação de um valor por cada hora de trabalho despendida pelo advogado nos assuntos do seu cliente.

Este modelo tem como principal vantagem o facto de ser flexível, permitindo manter o equilíbrio económico entre os serviços prestados pelo advogado e a respectiva remuneração por parte do cliente independentemente das oscilações que, inevitavelmente, o volume de trabalho em causa irá sofrer ao longo do tempo.

A sua principal desvantagem consiste no facto de ser difícil ao cliente prever o montante dos honorários correspondentes a cada período de facturação acordado com o advogado (quando exista um período acordado), o lhe cria alguma insegurança ao nível da previsibilidade dos custos.

É no entanto possível ao cliente controlar fundamentação da quantificação dos honorários do advogado, desde que este, na facturação, inclua (como se impõe) a especificação de cada tarefa efectuada e do tempo em cada uma delas despendido. Este controlo não é, naturalmente, absolutamente rigoroso, mas permite impedir que eventuais abusos atinjam níveis substanciais.

Outro modelo, até mais clássico, é o do preço fixo, que pode ser determinado para um certo processo ou assunto (ajuste prévio de honorários) ou para um determinado ciclo de facturação (avença).

Este modelo é absolutamente claro e tem como principal vantagem a de eliminar à partida a quase totalidade da margem para discussão ou litígio sobre a quantificação dos honorários (mas não, claro está, sobre outras questões como a qualidade do trabalho desenvolvido pelo advogado, etc.), e como principal desvantagem o facto de não constituir uma solução flexível em função das variações do volume de trabalho. Pode por isso gerar situações injustas, caso o volume de trabalho venha a verificar-se, ao longo do tempo, consistentemente maior ou menor do que o inicialmente previsto pelas partes.

Outra forma de quantificar honorários consiste na fixação de uma percentagem dos resultados obtidos pelo cliente com o trabalho do advogado, geralmente no âmbito de um ou mais processos judiciais.

Em muitos países, esta forma de quantificação de honorários é proibida na sua forma pura, por se entender que fazer a remuneração do advogado depender totalmente do sucesso da causa em Tribunal faz com que o mesmo tenha um interesse demasiado directo na causa em apreço, comprometendo a sua objectividade, isenção e independência face aos interesses do cliente. No entanto, é admitida a sua combinação com outras formas de quantificação de honorários.

Estas e outras formas de quantificação de honorários podem pois ser utilizadas nos seus modelos puros ou combinadas, de forma a criar modelos ecléticos e, em alguns casos, mais equilibrados.

A questão fundamental subjacente à escolha do modelo de quantificação dos honorários corresponde ao de uma justa quantificação dos custos suportados pelo cliente, em função do volume e do tipo de trabalho desenvolvido pelo advogado em sua representação, e dos resultados alcançados.

Dez Maneiras de Conquistar Clientes

Gustavo Rocha,  

11 de Janeiro de 2011

Post elaborado por Gustavo Rocha, advogado, consultor nas áreas de Gestão, Tecnologia e Qualidade e autor do blog Consultoria GestaoAdvBr:

Um interessante artigo publicado no portal do David Lorenzo com o título de 10 maneiras de atrair mais clientes. Leia o artigo aqui.

Colaciono as 10 maneiras que ele propõe com meus comentários.

  • Seja Simpático: Ou seja, procure ser atencioso, gentil, afável. Atraímos aquilo que exalamos nos póros, ou seja, atraímos clientes que se identificam conosco. É fundamental, portanto, que a cordialidade e simpatia sejam nossos elementos de negócio.
  • Pense no outro: Não basta que o negócio seja bom para você. O negócio tem que ser bom para ambas as partes. Assim, ao pensar em quais as vantagens que o cliente terá ao lhe contratar, você estará agregando valor a sua proposta.
  • Não minta: Clientes querem profissionais ligados a ética, coerência e verdade. Mentir não leva a lugar nenhum. Mantenha seu site, informativo, blog e redes sociais com as verdades do teu negócio. Isto fará toda a diferença.
  • Esteja bem vestido: Clientes são atraídos por pessoas bem vestidas, que representem bem a si mesmos. Não basta ser, tem que aparentar ser também.
  • Seja verdadeiro: Se preocupe em ver se o cliente está bem, seus familiares, empresa, etc. Todos queremos ser bem tratados e queremos alguém que se interesse por nós.
  • Escute: Temos duas orelhas e uma boca, use nesta proporção. Todos queremos ser ouvidos, todos queremos falar, mas a sabedoria consiste mais em ouvir do que falar, principalmente em termos da relação cliente x contratado.
  • Estabeleça similitudes: O cliente deve identificar em você pontos de convergência, seja futebol, seja amizades, seja pontos de vista. Somos seres humanos, nos relacionamos por pontos de igualdade.
  • Seja humilde: Nada de brigar por dinheiro ou querer vencer uma discussão. Deixe claro teus pontos de vista, mas recue diante da briga.
  • Aparente ocupado: Não dê a impressão que o cliente é o único cliente. Todos gostam de se sentir especiais e o fato do cliente achar que ele é o único, faz ele duvidar da sua capacidade. Demonstre o trabalho efetivo que dá um processo e jamais diga: Não te preocupe, isto é facílimo… Se é tão fácil, porque pagar para isto?
  • Seja fácil de abordar: Ou seja, responda as perguntas que lhe fizerem. O cliente busca uma informação, dê a informação. Lembre-se que uma informação vazia, sem o como fazer, é apenas uma informação.

São dicas simples, de senso comum, contudo, se aplicadas no dia a dia do escritório podem se traduzir em maior rentabilidade.

Pense e aplique!

Colóquio no Conselho Distrital de Lisboa da OA

Daniel Nunes,  

20 de Dezembro de 2010

Post elaborado por Daniel Nunes, Chief Financial Officer da muchBeta:

Partilhamos aqui as fotos do colóquio que realizamos em conjunto com o Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados no dia 09 de Dezembro.

O auditório esteve praticamente cheio para discutir os temas propostas e que se relacionavam com a Produtividade e Rentabilidade nas Sociedades de Advogados:

O colóquio foi aberto pelo Dr. Carlos Pinto de Abreu, Presidente do Conselho Distrital de Lisboa:

Após a abertura, foram apresentados os temas propostos que foram os seguintes:

  • Aproveitamento e Gestão de Tempo (Dr. Nuno B.M. Lumbrales)
  • Esquemas de repartição dos lucros pelos sócios da Sociedade de Advogados (Dr. Acácio Pita Negrão)
  • Modelos de Convenção de Honorários (Dr. Vasco Leal Cardoso)
  • As TI no Apoio ao Conhecimento da Produtividade (apresentada por mim).

Seguiu-se um debate interessantíssimo, moderado pelo Presidente do Conselho Distrital de Lisboa, em que foi possível sentir o enorme interesse dos advogados presentes por temas ligados à gestão dos seus escritórios.

E como podemos medir este interesse? Bem … um facto objectivo: o colóquio que era para terminar às 20h00, terminou às 21h00.

Iremos replicar este evento em 2011 e cada vez mais temos a certeza que o LawRD - Reports on Demand permite de uma forma fácil e simples aferir a rentabilidade e produtividade dos escritórios de advogados.

Colóquio Rentabilidade e Produtividade nas Soc. Advogados

LawRD Team,  

29 de Novembro de 2010

A equipa do LawRD organiza em conjunto com o Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados (CDL), um colóquio subordinado ao tema Rentabilidade e Produtividade nas Sociedades de Advogados.

O colóquio realiza-se no dia 09 de Dezembro de 2010 nas instalações do CDL (Rua dos Anjos, 79 em Lisboa) com inicio às 17h30.

A duração prevista do colóquio é de duas horas sendo os trabalhos abertos pelo Presidente do Conselho Distrital de Lisboa das Ordem dos Advogados (Dr. Carlos Pinto de Abreu), seguindo-se quatro apresentações (três realizadas por advogados que se têm debruçado sobre os temas da rentabilidade e produtividades ligados à área da advocacia):

  • Aproveitamento e Gestão de Tempo
  • Esquemas de repartição dos lucros pelos sócios das Sociedade de Advogado
  • Modelos de Convenção de Honorários
  • As TI no Apoio ao Conhecimento da Produtividade

A agenda completa do colóquio e a lista dos conferencistas está disponível no seguinte site onde poderá efectuar a sua inscrição de forma gratuita:

http://www.lawrd.com/coloquio

Contamos com a vossa presença no dia 09 de Dezembro.

Gestão de Tempo: 3 Conselhos Práticos

Nuno B. M. Lumbrales,  

18 de Junho de 2010

Post elaborado por Nuno B.M. Lumbrales, advogado, sócio da Lumbrales & Associados e utilizador do LawRD:

Gestão de tempo, e concretamente do tempo despendido por cada pessoa numa determinada tarefa, é um elemento chave para a gestão de qualquer empresa, pois constitui um índice medidor do esforço exigido à organização (designadamente aos respectivos recursos humanos, que costumam ser vistos, e bem, como um custo fixo ou geral, e não um custo específico de um determinado cliente ou projecto) na realização de cada uma das suas tarefas.

A gestão de tempo permite, assim, identificar desperdícios, ineficiências logísticas e outros obstáculos que dificultam a produção e diminuem significativamente o seu ritmo, prejudicando os resultados operacionais da empresa.

Se este assunto é importante para a gestão de qualquer empresa, muito mais o é para a gestão daquelas que se dedicam a actividades que, como a advocacia e a consultoria em geral, muitas vezes se organizam com base em modelos de custo/hora e preço/hora, cujo sucesso está directamente dependente da optimização da utilização do tempo de cada colaborador, com reflexos directos na facturação.

Quanto a esta matéria, três conselhos muito práticos:

  • Procurar limitar ao mínimo as interrupções, que são sempre demasiadas (por exemplo, aquele e-mail que acabou de chegar é assim mesmo tão urgente, ao ponto de alterar o seu plano de trabalho e adiar, uma vez mais, outras tarefas que já estão por executar há mais tempo, e que assim vão continuar por fazer, e acabar por se tornar verdadeiramente urgentes apenas por  terem passado a estar em atraso?).
  • Não empenhar demasiado tempo em tarefas de retorno duvidoso (fará sentido sentir-se obrigado a marcar presença em todas as conferências sobre determinado tema, quando da maior parte delas  delas não resulta nenhum benefício efectivo? Provavelmente, faz mais sentido comparecer apenas quando efectivamente se tem disponibilidade para «perder» aquelas horas preciosas, que podem fazer toda a diferença quando se está assoberbado de trabalho).
  • Não banalizar a classificação «URGENTE» (se tudo é urgente, nada acaba por ser tratado como tal, e perde-se a noção das prioridades com prejuízos evidentes para a organização e qualidade do trabalho. Tente perceber quando é que o cliente necessita efectivamente do trabalho feito e «negociar» com ele o prazo de entrega. A maior parte dos clientes perceberá que só têm a ganhar com uma melhor e mais cuidada execução do trabalho, desde que confie que o prazo estabelecido será respeitado).

LawRD no Blog da Firmex

LawRD Team,  

24 de Março de 2010

O LawRD - Reports on Demand foi referenciado no blog da empresa Firmex num artigo escrito por Nicole Black.

Nicole Black é advogada e escreve livros e blogs sobre temas jurídicos. Um desses blogs é o Firmex Blog. A Firmex fornece soluções online para troca segura de documentos (Branded Virtual Data Room) sendo as sociedades de advogados um dos seus segmentos de mercado.

O artigo com o título Web-based Law Practice Management Systems refere em primeiro lugar as vantagens em adoptar uma solução SaaS:

“Advantages include lower costs due to reduced overhead, less hassle related to maintaining and upgrading the case management system and greater flexibility, since the Web-based system can be accessed anywhere, at anytime.”

Na continuação do artigo, são referidas 4 das mais interessantes soluções SaaS para escritórios de advogados. O LawRD está nessa lista:

“Another web-based system well suited for larger law firms is LawRD. A distinguishing feature of this platform is that it helps managing partners review and track associates’ time sheets, expenses and assigned tasks.”

O LawRD oferece um output diferenciado disponibilizando aos seus utilizadores relatórios de apoio à gestão do seu escritório a cada momento, permitindo-lhe saber entre os seus colaboradores ou clientes quem é produtivo e rentável.

A Equipa do LawRD agradece a Nicole Black e à Equipa do Firmex a referência ao LawRD: obrigado!

Rentabilidade

Nelson Teixeira,  

2 de Março de 2010

Post elaborado por Nelson Teixeira, Chief Data Officer da muchBeta e membro da equipa de desenvolvimento do LawRD:

O valor hora do advogado é atribuído directamente no separador Utilizadores. Por defeito, apenas os utilizadores com perfil de Administrador acedem a esse separador do LawRD:

Para ver o custo hora e os honorários de um certo advogado deve-se clicar no respectivo nome e carregar no botão Alterar:

O Custo Hora indica quanto é que o advogado custa ao escritório por cada hora que trabalha e os Honorários corresponde ao valor hora cobrado ao cliente por cada hora que o advogado trabalha nos Dossiers do cliente.

O Custo Hora é usado na aplicação principalmente nos relatórios e no ecrã de verificação de resultados do dossier.

Nos relatórios, o Custo Hora é um factor importante para verificar a rentabilidade do advogado. O indicador da rentabilidade é obtido pela seguinte expressão:

O valor óptimo para este indicador é um valor acima de 100%. Um valor abaixo dos 100% significa que no período seleccionado os custos superaram os ganhos.

Este indicador pode ser analisado ao longo do tempo para o mesmo advogado e ser comparado com indicadores de rentabilidade de outros advogados ou mesmo com o indicador global de rentabilidade do escritório.

O LawRD permite assim efectuar comparações no tempo e no espaço!

Os Clientes exigem estar informados

Braz Pereira,  

26 de Fevereiro de 2010

Post elaborado por Braz Pereira, Chief Commercial Officer da muchBeta:

Desde a sua génese, o LawRD foi desenvolvido em grande proximidade à realidade dos escritórios de advogados, procurando dar respostas às suas necessidades funcionais e de simplicidade de utilização.

Na fase de levantamento de processos e de necessidades, os profissionais do sector que auscultámos foram unânimes em relação à crescente exigência dos seus clientes  no que concerne ao atendimento e acompanhamento dos processos.

Os clientes, cada vez mais, querem estar informados acerca do ponto de situação dos seus processos e de tudo aquilo que está a ser feito pelo advogado para proteger os seus interesses. Assim, na sua ânsia legítima de acompanhar os trabalhos e processos, é comum os clientes contactarem directamente os advogados ou os escritórios contratados. Para manter o seu nível de confiança e satisfação em relação aos serviços prestados é fundamental demonstrar profissionalismo, controlo sobre os processos e a capacidade de dar resposta às questões que são levantadas, designadamente as relacionadas com prazos, diligências levadas a cabo, honorários e pagamentos.

Tendo em conta esta realidade, procurámos facilitar a vida aos profissionais que assumem responsabilidades no atendimento e acompanhamento de processos, colocando à sua disposição, a partir de qualquer ligação à Internet, toda a informação relacionada com um dado dossier e que lhes permitirá responder na hora à grande maioria das questões colocadas pelos clientes.

Assim, após clicar no separador Dossiers, acede-se  ao dossier pretendido, sendo apresentada uma página com o seguinte aspecto:

Para além do cabeçalho contendo contactos do cliente e informação genérica sobre o dossier, podem visualizar-se de imediato os relatórios directamente com este  relacionados: valor, tempo, produtividade e rentabilidade – os quais permitem captar imediatamente o Estado e visão geral do dossier.

Se o cliente pretender ser esclarecido em relação às diligências já efectuadas ou notas de honorários, o separador Tempos permitirá aceder a todos os pormenores dos trabalhos já levados a cabo: quem? quando? o quê?

Caso haja esclarecimentos relacionados com as despesas do dossier, clicando em Despesas é possível visualizar todas as despesas, discriminando aquelas com aprovação pendente, das que foram aprovadas e daquelas que já foram facturadas.

No separador Comentários é ainda possível aceder aos comentários partilhados pela equipa que trabalha no dossier e a documentação relacionada com o processo:

O separador Eventos apresenta datas e eventos significativos para o processo:

Para questões relacionadas com a facturação e notas de honorários, o separador Facturação permite consultar todo o histórico do dossier e as notas de honorários já emitidas:

A concentração de informação relativa a cada dossier e a facilidade de acesso, permite responder à grande maioria das questões colocadas pelos clientes, no momento, o que transmite profissionalismo, capacidade de controlar os processos, transparência, qualidade de serviço e empenho na satisfação das necessidades dos clientes. Este aspecto constitui um importante factor de satisfação dos utilizadores do LawRD, designadamente daqueles que têm como função acompanhar os clientes ao longo dos processos.

Posts Mais Antigos »
in english